O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ampliou as ações do Método Wolbachia em Foz do Iguaçu.
A segunda etapa do projeto vai beneficiar mais de 140 mil moradores, com a soltura dos chamados “mosquitos do bem”, que ajudam a reduzir a transmissão da dengue, zika e chikungunya.
A liberação dos mosquitos está prevista para começar no segundo semestre de 2026 e será realizada ao longo de 26 semanas, com monitoramento para acompanhar a adaptação dos insetos nas regiões atendidas.
Veja os bairros que receberão os mosquitos do bem
- Campus do Iguaçu
- Centro
- Centro Cívico
- Cidade Nova
- Itaipu A
- Itaipu B
- Jardim Alvorada
- Jardim Bourbon
- Jardim Carimã
- Jardim Cataratas
- Jardim Ipê
- Jardim Lancaster
- Jardim Maracanã
- Jardim Panorama
- Jardim São Roque
- KLP
- Lote Grande
- Mata Verde
- Morumbi (parcial)
- Náutica
- Parque Monjolo
- Portal da Foz
- Porto Belo
- Porto Meira
- São Roque
- Três Bandeiras
- Três Fronteiras
- Vila Portes
O que é o Método Wolbachia?
O método utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a bactéria Wolbachia, presente naturalmente em outros insetos. Essa bactéria dificulta a transmissão dos vírus da dengue, zika e chikungunya. Os mosquitos se reproduzem com a população local, espalhando essa característica ao longo das gerações.
A tecnologia é considerada segura para pessoas, animais e o meio ambiente e complementa as ações tradicionais de combate aos criadouros.
Segundo o boletim epidemiológico de 2026, Foz do Iguaçu registrou 3.146 notificações de dengue, com 28 casos confirmados e nenhum óbito. O município já utiliza o Método Wolbachia desde 2024, e a estratégia alcançou cerca de 50% da área urbana ao longo de 2025.



