Os vereadores de Foz do Iguaçu acabam de reforçar o orçamento da saúde pública do Município em R$ 9.470,529,46.
Em sessão extraordinária iniciada na manhã desta sexta-feira, que prosseguiu no período da tarde, eles aprovaram as 333 emendas ao Orçamento Anual do Município para 2024. Cada vereador tem o direito de apresentar R$ 1.250.339,94 em emendas impositivas, sendo, no mínimo, 50% do valor para a saúde. Ao longo do ano, o setor foi o que mais gerou requerimentos dos vereadores em razão das reclamações e reivindicações da população.
Ao todo, as emendas dos vereadores somaram R$ 18,7 milhões que eles destinaram para obras e serviços de execução obrigatória pelo Poder Executivo.
Por lei, os vereadores têm direito de remanejar, via emendas impositivas, o percentual de 1,4% da receita corrente líquida do ano anterior, dividindo essa quota entre os 15 vereadores.
Opinião
Vale lembrar que esse setor sempre foi, há décadas, um verdadeiro “saco sem fundo” de recursos públicos, por ser uma fonte de dinheiro inesgotável para atender interesses particulares diversos (para dizer o mínimo), devido à falta de gestão competente e séria para acabar com essa festa.
Quem tentou colocar a casa de ordem foi convidado a sair.
E, pior, desde que Chico Brasileiro assumiu a Prefeitura de Foz do Iguaçu, em 2017, praticamente, nada mudou, embora ele tenha prometido resolver o problema, não teve competência para isso.
Tanto é que a saúde continua sendo o setor com maior número de queixas e, quando não, denúncias da população, apesar da dinheirama enviada, não só por emendas do vereadores, mas também por emendas de deputados estaduais, federais, Itaipu Binacional, governo do Estado e por aí vai.
Resumo da ópera: parece que, quando mais se aplica dinheiro dos contribuintes nessa área em Foz, mais os problemas aparecem e a conta nunca fecha.
Ou seja, também para dizer o mínimo, Chico Brasileiro ficou só no blá-blá-blá e apresentando desculpas, e olhe lá.









