Conforme o presidente Lula anunciou no ano passado, o grosso não entrou em setembro, mas este ano, com novas medidas para elevar a arrecadação e impedir um novo rombo dos cofres do governo do federal, que em 2023, até novembro, foi de R$ 114,3 bilhões (vejam aqui).
Confiram as principais mudanças de 2024, sem contar o reajuste do IPTU:
- Fim de desonerações e aumento de alíquotas de tributos federais e estaduais devem pesar no bolso de grande parte dos contribuintes em 2024;
- Incidência do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) sobre offshores e fundos exclusivos;
- A reoneração de diesel, biodiesel e gás de cozinha com PIS e Cofins;
- A possibilidade de cobrança do Imposto de Importação sobre compras online abaixo de US$ 50 de varejistas estrangeiras;
- Para as empresas, subvenções autorizadas por estados deixam de ter desconto no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) quando utilizadas para fins de custeio;
- Regras para o Juros sobre Capital Próprio (JCP) também mudam, limitando o uso do mecanismo para reduzir a base de tributação federal.
Resumo da opera: no final das contas, de um jeito ou de outro, o efeito cascata dessas medidas vão atingir o seu bolso, contribuinte, quer queira ou não.
Com informações do jornal Gazeta do Povo









