
A Comunicação Social do PTI divulgou ontem (09) uma matéria interessante sobre o que está ocorrendo por lá. O Não Viu?, por sua vez, destaca os aspectos mais interessantes Vamos a eles.
A gestão da usina de Itaipu vem passando por uma grande reestruturação desde a chegada do general Joaquim Silva e Luna ao comando do lado brasileiro da binacional, no final de fevereiro.
O Parque Tecnológico Itaipu, mantido pela hidrelétrica, segue diretrizes semelhantes de austeridade e sustentabilidade desde a chegada do general Eduardo Castanheira Garrido Alves, diretor-superintendente da instituição. A missão é voltar o foco do Parque para negócios, pesquisa e tecnologia sustentável.
Veja o resultado dessa austeridade e a quantidade de projetos cortados no Ler mais.
1-) No início de 2019, o Parque Tecnológico tinha 169 projetos em execução. Muitos deles estavam sendo finalizados, enquanto outros não estavam aderentes aos desafios da nova proposta do parque;
2-) Depois de um estudo minucioso de viabilidade e também de atendimento às necessidades de suprir Itaipu com tecnologia e soluções, 97 iniciativas, identificadas como essenciais, foram mantidas;
3-) O mapeamento ainda não foi totalmente concluído, mas o que se espera é que o Parque tenha sustentabilidade em todas as frentes;
4-) Em relação à administração dos atrativos turísticos da usina, feita pelo PTI por meio do Complexo Turístico Itaipu (CTI), em parceria com o Turismo de Itaipu. A venda dos ingressos dos passeios, em um modelo de turismo sustentável, banca toda a operação do CTI;
5-) Parte desses recursos é destinada ao Fundo Tecnológico, que mantém os projetos do Parque. Se a atividade for “incrementada”, acredita o diretor, aumentarão os investimentos do Fundo e, por consequência, isso trará maior sustentabilidade ao PTI.







