A possibilidade de chuvas intensas, granizo, alagamentos e vendavais levou a Defesa Civil de Foz do Iguaçu a reforçar o planejamento para enfrentar eventos climáticos extremos. O alerta foi apresentado nesta segunda-feira (19), durante sessão da Câmara de Vereadores, com destaque para os riscos associados ao Super El Niño previsto para 2026 e 2027.
O secretário municipal de Segurança Pública e coordenador da Defesa Civil, Paulo Tinoco, apresentou as principais medidas de prevenção e resposta a desastres.
Confira o que está previsto:
- 21 áreas de atenção: regiões da cidade que exigem monitoramento e medidas preventivas.
- 15 abrigos temporários: estruturas cadastradas para receber moradores que precisem deixar suas casas.
- Fundo Municipal de Calamidade Pública: aprovado pela Câmara e transformado em lei, deve ajudar a financiar ações preventivas, atendimentos emergenciais e a recuperação após desastres.
- Plano de contingência: prevê ações coordenadas para situações como alagamentos, deslizamentos, granizo, tempestades e vendavais.
- Mapeamento de áreas afetadas: os problemas de acúmulo de água no Porto Meira, especialmente na Rua das Rosas, já foram registrados e encaminhados à Secretaria de Obras.
- Monitoramento de árvores: a Secretaria de Meio Ambiente identificou situações de risco de queda e acionou os setores responsáveis.
Super El Niño aumenta preocupação
Segundo Tinoco, o fenômeno climático previsto para atingir o pico entre novembro e dezembro de 2026, com efeitos que podem se estender até o outono de 2027, exige atenção redobrada.
A preocupação é com a possibilidade de chuvas fortes e ocorrências capazes de afetar bairros e colocar moradores em risco. A Defesa Civil também acompanha a situação dos rios Iguaçu e Paraná.









