A burocracia na Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú, voltou a ser alvo de críticas.
A Associação de Atrações Turísticas Iguazú (ACATI) afirma que as filas, que podem ultrapassar três horas, estão afastando turistas e causando prejuízos para hotéis, restaurantes, transportadoras e atrações dos dois lados da fronteira.
Segundo a presidente da entidade, Jeannine Nouche, milhares de visitantes deixam de cruzar a fronteira diariamente por causa da demora nos controles migratórios. “Estamos perdendo milhares e milhares de visitantes todos os dias”, afirmou.
A ACATI defende que a Argentina reveja o modelo de fiscalização na ponte, alegando que o país concentra todo o controle de imigração no local, enquanto Brasil e Paraguai adotam um sistema mais flexível na região de fronteira.
A entidade também apoia uma petição pública para pressionar as autoridades a reduzirem a burocracia e agilizar a travessia. Para o setor turístico, facilitar a passagem entre os dois países pode aumentar o número de visitantes e impulsionar a economia da região trinacional.









