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Empresária ligada à prisão de Ronaldinho Gaúcho no Paraguai consegue prisão domiciliar

Foragida por seis anos e presa há cerca de um mês, Dalia estava detida no Complexo Penitenciário Feminino de Emboscada (Comple)

Por Vinícius Ferreira
13 maio, 2026
| 1 min de leitura
Audiência de revisão para prisão domiciliar. Foto: cortesia

Audiência de revisão para prisão domiciliar. Foto: cortesia

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A empresária Dalia López, acusada de fornecer documentos falsos ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e ao irmão Roberto Assis, conseguiu prisão domiciliar no Paraguai nesta quarta-feira (13).

Foragida por seis anos e presa há cerca de um mês, Dalia estava detida no Complexo Penitenciário Feminino de Emboscada (Comple) e agora cumprirá a medida em uma residência no bairro Recoleta, em Assunção, com monitoramento eletrônico autorizado pela Justiça paraguaia.

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A decisão foi tomada pelo juiz Francisco Acevedo, após relatório técnico confirmar condições para uso de tornozeleira eletrônica no imóvel indicado pela defesa.

O caso ganhou repercussão internacional em março de 2020, quando Ronaldinho e Roberto entraram no Paraguai usando documentos paraguaios falsos. Os dois foram presos dias depois e passaram quase um mês em prisão preventiva, além de cumprir prisão domiciliar em um hotel de luxo em Assunção.

Por ordem do então juiz criminal de garantias Gustavo Amarilla, atual integrante do Tribunal de Apelações, Ronaldinho pagou US$ 90 mil, enquanto Roberto desembolsou US$ 110 mil para obter benefícios no processo.

Ronaldinho teve o processo suspenso após o acordo judicial, enquanto Roberto recebeu pena suspensa mediante pagamento e doações.

Tags: Tríplice Fonteira
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