Em tempos de confinamento
*Por Carlos Roberto de Oliveira
Ah!, o isolamento social que, com sua crueza, tem se prestado a asfixiar o que de mais sublime existe nisto que chamamos vida, e que vem a ser o direito do ser humano à liberdade da boa escolha.
E na justificativa de sua aplicação, medidas drásticas são tomadas, dentre as quais, um estrangeirismo representado pela palavra LOCKDOWN, na qual ocorre a penalização de todos, indistintamente, sem que haja, de maneira propositiva, pela conscientização coerente em massa, por exemplo, e até que chegue a tão esperada vacina salvadora, ações racionais que venham atender aos interesses da população e dos mais variados segmentos sociais, como forma de harmonizar aspectos tanto sanitários como econômicos, evitando-se o que se poderia chamar de neurose coletiva.
Como alvissareiro, porém, a comemorar a ascensão de um outrora vilão, o álcool, que teve, finalmente, seu mérito reconhecido ao se tornar obrigatório como elemento antisséptico para a proteção da vida… por meio de seu uso nas mãos.
E na esteira desta conquista, sem falso moralismo, fica o registro de sua valia, deveras importante, também, não mais só como antisséptico, mas, sim, como irrigador das mentes carentes daqueles dos amores perdidos e, socialmente falando, de sua importância no convívio igualitário de quem é gregário, o ser humano.
Enquanto isto, mascara, álcool gel, lavagem constante das mãos e evitar aglomerações… uma questão de bom senso.
*Carlos Roberto de Oliveira é empresário em Foz do Iguaçu do ramo de logística.









