O comando local de mobilização do Sindifisco Nacional informou, nesta sexta-feira (4), por meio de nota à imprensa, que mais onze auditores-fiscais da Alfândega da Receita Federal de Foz do Iguaçu pediram, ontem (03), exoneração dos cargos das chefias que ocupavam.
Essas exonerações atingem o comando de setores importantes para o funcionamento da Alfândega de Foz, como a Divisão de Conferência de Bagagem (Aduanas da PIA, PTN e Aeroporto), a Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho (operações de combate aos crimes transfronteiriços), e o Serviço de Despacho Aduaneiro (Porto Seco, Equipe de Importação, Equipe de Exportação e Aduana Integrada).
Entre os dias 26 de janeiro e 14 de fevereiro de 2022, já tinham sido assinadas as exonerações de 10 funções de chefia da Alfândega em Foz.
O comando local da mobilização do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal informou na nota, assinada pelo auditor-fiscal da Receita Federal, Flavio Bernardino de Carvalho, que desta forma as principais posições de comando da Alfândega da Receita em Foz foram “esvaziadas”.
Reivindicações – Flavio Bernardino de Carvalo explicou que são três as principais reivindicação dos servidores:
- revisão do corte no orçamento de 2022 da Receita Federal, reduzido em 52% pelo Congresso e pelo Governo Federal. Para o Sindificso esse corte inviabilizará operações do órgão já no fim do 1° semestre;
- realização urgente de concurso para o órgão, em especial para o cargo de Auditor-Fiscal. Desde 2014 não são realizados concursos. Nesse período, cerca de 3.500 servidores se aposentaram ou saíram da Receita Federal;
- e a regulamentação, via decreto presidencial, da parcela remuneratória vinculada à produtividade dos Auditores (bônus de eficiência), estabelecida em Lei desde 2017.
Com informações do CrisLoose#Compartilha








