As armadilhas fotográficas do Projeto Onças do Iguaçu, no Parque Nacional do Iguaçu, estão registrando muito mais do que onças. As câmeras também captaram uma grande variedade de aves que ajudam a revelar como está funcionando a floresta.
Entre os registros aparecem jacutingas, urubus-rei, gralhas, seriemas, tucanos, macucos, diferentes espécies de gaviões e até o uiraçu.
Os registros fazem parte de um estudo sobre aves desenvolvido pela pesquisadora Roberta Montanheiro Paolino, que vai avaliar a eficiência das armadilhas fotográficas para levantamentos e análises de aves em diferentes biomas brasileiros.
As imagens também ajudam a entender o papel das aves no ecossistema. Elas atuam na dispersão de sementes, controle de outras populações, ciclagem de nutrientes e ainda podem indicar a qualidade ambiental da floresta.



