Veja os bairros de Foz do Iguaçu que vão receber os ‘mosquitos do bem’ no combate à dengue

O método utiliza mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, que dificulta a transmissão dos vírus da dengue, zika e chikungunya.

Para ampliar a divulgação das informações, cerca de sete mil panfletos informativos e 40 cartazes institucionais produzidos pela Wolbito Brasil estão sendo distribuídos nas escolas municipais. Foto: divulgação/PMFI

O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ampliou as ações do Método Wolbachia em Foz do Iguaçu.

A segunda etapa do projeto vai beneficiar mais de 140 mil moradores, com a soltura dos chamados “mosquitos do bem”, que ajudam a reduzir a transmissão da dengue, zika e chikungunya.

A liberação dos mosquitos está prevista para começar no segundo semestre de 2026 e será realizada ao longo de 26 semanas, com monitoramento para acompanhar a adaptação dos insetos nas regiões atendidas.

Veja os bairros que receberão os mosquitos do bem
O que é o Método Wolbachia?

O método utiliza mosquitos Aedes aegypti que carregam a bactéria Wolbachia, presente naturalmente em outros insetos. Essa bactéria dificulta a transmissão dos vírus da dengue, zika e chikungunya. Os mosquitos se reproduzem com a população local, espalhando essa característica ao longo das gerações.

A tecnologia é considerada segura para pessoas, animais e o meio ambiente e complementa as ações tradicionais de combate aos criadouros.

Segundo o boletim epidemiológico de 2026, Foz do Iguaçu registrou 3.146 notificações de dengue, com 28 casos confirmados e nenhum óbito. O município já utiliza o Método Wolbachia desde 2024, e a estratégia alcançou cerca de 50% da área urbana ao longo de 2025.

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