Veja o novo capítulo da “novela do transporte coletivo de Foz”, que já dura há anos

O prefeito Chico Brasileiro (PSD) disse que o recurso do consórcio teria informado erroneamente à Justiça

Foto ilustrativa: PMFI

A prefeitura vai pedir a impugnação da liminar da 1ª Vara da Fazenda Pública que suspendeu, na sexta-feira (04), a caducidade do contrato do transporte coletivo urbano de Foz do Iguaçu.

A decisão, em caráter precário, atendeu a um recurso do Consórcio Sorriso, que reúne três empresas (Transbalan, Cidade Verde e Vale do Iguaçu) e ainda está operando na cidade.

O motivo do recurso foi gerado depois que a prefeitura abriu uma pesquisa de preços para contratação excepcional de ônibus com ar condicionado, wi-fi e GPS.

A caducidade do contrato foi decretada em 22 de dezembro, após o município alegar ter constatado uma série de irregularidades em um processo administrativo que durou seis meses.

O prefeito Chico Brasileiro (PSD) disse que o recurso do consórcio teria informado erroneamente à justiça.

“O transporte coletivo de Foz não está ruim, está péssimo, para ficar ruim precisa melhorar muito. O modelo para a contratação emergencial consagra a transparência sobre os custos de insumo, entre outros pontos. Estamos fazendo não uma licitação, mas uma pesquisa de preço”, afirmou Chico.

O recurso da prefeitura à liminar será apresentado neste início de semana.

Com informações do jornal GDia.

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