
Os senadores paraguaios ratificaram nesta quinta-feira (02) uma nova versão da lei que elimina gastos supérfluos e limita privilégios no serviço público.
A proposta estabelece que nenhum funcionário público, inclusive os empregados da Itaipu no lado paraguaio, poderá receber mais de G. 37 milhões (cerca de R$ 30 mil), valor do salário do presidente da República do Paraguai.
O projeto retorna, agora, à Câmara dos Deputados para análise.
Com informações do jornal La Nacion