Sarau em Foz celebra 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A primeira dama dos Estados Unidos, Eleanor Roosevelt, exibe cartaz com a Declaração dos Direitos Humanos, em 1949. Ela participou da elaboração do documento. Foto: Wikipedia

Apresentações musicais, feira de produtos orgânicos, exposições e banca de comercialização de livros fazem parte do Sarau 70 DH, para comemorar os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A festa, aberta à comunidade, será neste sábado, 8, a partir das 17h, com entrada gratuita. O endereço é Avenida Batuíra, 146, Vila A.

Promovido pela entidade não governamental iguaçuense CDHMP (Centro de Direitos Humanos e Memória Popular), o encontro promoverá uma reflexão sobre os desafios relacionados à promoção dos direitos humanos na atualidade.

A confraternização também pretende arrecadar recursos para a manutenção da sede do CDHPM e dos projetos realizados por ativistas e militantes que integram a organização.

“O sarau é um espaço democrático, com um bom papo, música engajada e compromisso coletivo de defender os direitos humanos”, diz o presidente do CDHMP, Aluizio Palmar.

“Convidamos a todos para que participem com projetos, ideias e produtos para expor”, completa.

O Sarau 70 DH contará com show de voz e violão do músico Jaime Schlogel, o “Pingo”. No repertório, sambas, chorinhos e outas composições da Música Popular Brasileira, além das clássicas canções de engajamento político e social.

Entre as instalações, o evento apresentará a exposição “À flor da pele”, de Aline Torres e Marcão Oliveira, que aborda a valorização da identidade afrodescendente.

Artista plástica, estilista e artesã, Mayara Regina irá expor suas criações baseadas nos conceitos de reuso de materiais e sustentabilidade.

Carta dos direitos

O Brasil é signatário da Declaração dos Direitos Humanos, documento que foi aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948.

Em 30 artigos, o texto garante a todas as pessoas os direitos humanos, a igualdade, a dignidade e as liberdades fundamentais. A carta é contra todas as formas de opressão e de discriminação.

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