Salve, como é que vai?

Foto ilustrativa: Pixabay

Salve, como é que vai?

*Por Carlos Roberto de Oliveira

Apesar destes tempos de incertezas e angustias, ainda há espaço para se ocupar que não com aquele determinado pelo vazio da alma a enfraquecer a esperança.

O momento que se vive não é o de se fechar nos próprios interesses e sim o de tentar encontrar, sem qualquer intenção proselitista barata, uma forma de valorizar a vida, pelo princípio da manifestação de ações solidárias, cujas consequências, pela emoção, produzem um sentimento de fraternidade honesta. Algo tão difícil nos dias atuais.

Em qualquer cenário desta peça teatral chamada existência, a escolha de sua direção cabe a quem tem o livre arbítrio de produzi-la. E a cada um, compete a assertiva da escolha de quem fará parte do elenco, que, simbólica e indiscutivelmente, tem nos amigos seus atores.

Até porque são eles que dão sentido à obra e que se prestam, efetivamente, a não só enfrentar os desafios, mas como tentar superá-los.

E da montagem do cenário desta peça teatral não há preocupação com gastos.

Pois estes são rateados entre seus atores que, nas circunstâncias atuais, têm o cuidado de separar o álcool gel 70, só para as mãos, daqueles que, servidos em copos especiais, oscilam entre 5% a 40%, alguns mais elevados, e se prestam a serem sorvidos como que sugerindo uma contestação daquela máxima de que o sonho acabou.

Que me perdoem os paladinos, normalmente hipócritas, que combatem esta prática tão necessária quanto gratificante na manutenção de uma saúde que não tem compromisso com o comodismo moral, mas sim com a alegria de se viver.

Aos amigos… um brinde!

*Carlos Roberto de Oliveira é empresário em Foz do Iguaçu do setor de logística

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