Mais promessas! Saiba o que de prático resultou no encontro de sete governadores em Foz do Iguaçu

Governadores e a Carta de Foz do Iguaçu. Foto: Rodrigo Felix Leal/ Divulgação

A Carta de Foz do Iguaçu, assinada sábado (29), por sete governadores, no final do encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), no Parque Nacional do Iguaçu, em síntese, tirando um monte de compromissos retóricos de sempre, de resultado prático trouxe o seguinte:

1-) Com a formalização do consórcio, prevista para maio deste ano, o Cosud poderá atuar como agente jurídico, o que permite estabelecer mecanismos para compras coletivas, notadamente na área da saúde, mas também na educação e na área da segurança pública;

2-) O consórcio poderá viabilizar a compra de equipamentos de tecnologia, viaturas e armamentos que reforçam a segurança dos estados, principalmente os que fazem fronteira com outros países, como Paraná e Santa Catarina;

3) Também está prevista uma ação integrada para atração de investimentos estrangeiros, projetos de concessões e desestatização, incluindo missões internacionais conjuntas (neste ponto, é de se duvidar que um governador abra a mão atrair um investimento em seu estado, em detrimento de outros estados);

4-) Outra medida será um esforço coordenado de segurança e combate ao contrabando nas fronteiras, a exemplo da já existente cooperação entre as forças de segurança do Paraná e de São Paulo.

A carta foi assinada pelos governadores do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior; de São Paulo, João Doria; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Minas Gerais, Romeu Zema; do Espírito Santo, Renato Casagrande; de Santa Catarina, Carlos Moisés; e pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.

Quem viver verá!

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