
O prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, instaurou, no dia 17 deste mês, um processo administrativo disciplinar para apurar quem foi o responsável, ou responsáveis, pelo aluguel de um imóvel, que seria destinado ao Centro de atenção Psicossocial (CAPS), mas nunca foi usado.
O escândalo estourou em julho deste ano.
A Promotoria de Patrimônio Público questionou a administração municipal sobre o objetivo de gastar R$ 45 mil no aluguel de um espaço para não usá-lo.
A prefeitura também teve que pagar a rescisão do contrato gastando outros R$ 40 mil.
O prédio foi alugado por um ano, e o contrato foi cancelado após nove meses.
Chico acolheu o relatório conclusivo apresentado pela Comissão Sindicante instituída através da Portaria 68.219/2019, publicada no Diário Oficial, Edição n° 3644, de 25/07/2019, com a finalidade de apurar em tese responsabilidades de servidores, em razão do prejuízo ao erário decorrente do processo de locação de imóvel.
A pergunta é: vocês acreditam, leitoras e leitores do Não Viu?, que o prefeito não tinha conhecimento desse aluguel?