Pesquisadores visitam residências em Foz para estudar eficácia da vacina contra a dengue

Pesquisadores visitam residências. Foto: PMFI

Entrevistadores e coletadores da Secretaria Municipal de Saúde estão percorrendo diversos bairros da cidade para fazer um levantamento – em parceria com o Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde e Instituto Sabin – e coletar sangue de moradores, com intuito de obter material para uma pesquisa desenvolvida em cinco cidades do estado do Paraná sobre a eficácia da vacina contra a dengue. 

A falta de informação fez com que muitos usuários das redes sociais publicassem e  viralizassem depoimentos inverídicos, alertando outros moradores a não atenderem à equipe, classificando o contato como golpe. 

“A equipe de coordenadores da pesquisa esteve aqui na cidade em fevereiro, e incluiu representantes do Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde, Instituto Internacional Sabin e Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É uma equipe de profissionais trabalhando, não há nada de golpe nisso”, comentou a chefe do serviço de imunização, Adriana Izuka.  

Além de Foz do Iguaçu, cidades como Paranaguá, Londrina, Maringá e Sarandi também integram a área de pesquisa. Nas visitas, os representantes conhecem a logística de cada município no atendimento. O passo seguinte consiste na busca de controle de pessoas que tenham faixa etária da pesquisa (17 a 30 anos). 

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Cada caso suspeito nessa faixa etária será investigado, e depois receberá a visita para o controle. “Um contato anterior é feito pela Vigilância, e depois recebe a visita. Nesse momento outros dois controles são escolhidos na vizinhança. Depende do número de casos. Para esse mês de março foram 21 casos positivos para dengue nessa faixa etária”, disse Izuka.

A intenção da pesquisa é de mensurar a eficácia, para que a vacinação também possa ser utilizada no restante do país como instrumento para controle da doença.  

A secretaria de Saúde informa que os funcionários designados para o trabalho, estão devidamente identificados com crachás, e todo material utilizado é descartável. Os trabalhos devem ser retomados na próxima semana.

Fonte: PMFI

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