O emprego de tecnologias de menor potencial ofensivo, com destaque para a arma de incapacitação neuromuscular modelo Taser 10, tornou-se uma ferramenta estratégica para a atuação policial no Litoral do Paraná.
Durante o Verão Maior Paraná, o aumento expressivo no fluxo de turistas e a realização de grandes eventos exigem recursos que garantam a ordem pública sem, necessariamente, o uso da força letal.
A presença desse equipamento de maneira inédita atua, primeiramente, como fator de dissuasão.
Em ocorrências em que o consumo de álcool ou o clima festivo elevam as tensões e dificultam o diálogo, a simples visualização da taser pode ser suficiente para conter atitudes agressivas, preservando a integridade física tanto dos agentes quanto dos cidadãos.
A capacidade de resolver situações críticas à distância é outra vantagem tática apontada pelas forças de segurança.
O uso do equipamento é especialmente eficaz quando o envolvido porta objetos perigosos, como instrumentos cortantes, como facas, permitindo uma imobilização segura sem a necessidade de contato físico direto.
“A capacidade de resolver situações críticas à distância é uma vantagem importante do equipamento”, explica o tenente Andrey Shevchuk, da Polícia Militar do Paraná (PMPR).










