Representantes do transporte rodoviário de cargas voltaram a cobrar regras claras para a Ponte da Integração Brasil–Paraguai, ligação entre Foz do Iguaçu e Presidente Franco.
O setor alerta que a liberação para veículos leves pode prejudicar a logística internacional e já cogita paralisação. A ponte foi projetada para reduzir gargalos da Ponte da Amizade e melhorar o fluxo do comércio exterior.
Caminhoneiros relatam longas filas e falta de estrutura básica. Por isso, sindicatos defendem uso exclusivo para cargas, das 7h às 19h, até a conclusão do acesso no Paraguai.
Ficou definido que o Paraguai tem até 30 de abril para regulamentar o sistema. Após o prazo, empresas e caminhões irregulares não poderão operar no transporte internacional.
A obra, financiada pela Itaipu Binacional, é considerada estratégica para a logística regional.









