Novo acordo Brasil-Paraguai pode mudar fiscalização de medicamentos e produtos na fronteira

A principal novidade é a previsão de troca de informações sobre apreensões, produtos falsificados, contrabando, alertas sanitários e investigações, além de apoio às ações de controle fronteiriço

Aduana brasileira na Ponte da Amizade. Foto: TV Brasil

Um novo acordo entre a Anvisa e a Dinavisa, do Paraguai, amplia a cooperação sanitária e pode ter reflexos diretos na fronteira entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este.

A principal novidade é a previsão de troca de informações sobre apreensões, produtos falsificados, contrabando, alertas sanitários e investigações, além de apoio às ações de controle fronteiriço.

O que muda na prática?

E para a fronteira?

Na prática, o acordo pode aumentar a integração entre os órgãos brasileiros e paraguaios no combate à circulação irregular de produtos, especialmente em uma região de intenso comércio transfronteiriço como Foz do Iguaçu e Ciudad del Este.

As informações compartilhadas deverão ser tratadas como confidenciais, conforme as leis de cada país.

O memorando foi assinado em 20 de agosto de 2026, tem validade inicial de cinco anos e substitui o acordo firmado entre os dois órgãos em 2024.

Sair da versão mobile