Golpe da falsa central bancária: veja como evitar prejuízos

A orientação é desligar diante de qualquer pedido suspeito e procurar o banco pelos canais oficiais

Foto: divulgação

Criminosos se passam por funcionários de bancos, inventam compras suspeitas e convencem vítimas a transferir dinheiro via Pix para supostas contas de segurança.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta que essa abordagem é um golpe.

Os estelionatários também podem pedir senhas, códigos de verificação ou a instalação de aplicativos que permitem acessar o celular da vítima. Para aumentar a credibilidade, alguns chegam a falsificar o número que aparece na tela do telefone.

A orientação é desligar diante de qualquer pedido suspeito e procurar o banco pelos canais oficiais. Instituições financeiras não solicitam transferências via Pix para proteger o saldo dos clientes.

Já caiu no golpe? Entre em contato imediatamente com o banco e solicite a análise pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), do Banco Central. O procedimento pode ajudar a recuperar valores transferidos em fraudes, mas não garante o ressarcimento. Também é importante registrar um boletim de ocorrência.

O registro pode ser feito pela internet, no site da PCPR, ou presencialmente em uma unidade policial. Denúncias podem ser repassadas pelo telefone 181.

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