A Guarda Municipal de Foz do Iguaçu aderiu, ontem, quarta-feira (13), ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp CAD), desenvolvido há três anos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Sinesp CAD atende mais de 150 agências em todo país, tem abrangência em 25 unidades federativas e mais de 14 milhões de registros.
Foz do Iguaçu é o segundo município do Paraná a aderir ao sistema – o primeiro foi Maringá
Resumo da ópera:
- Para a alegria dos ladrões, atualmente, os registros de furtos de veículos em Foz do Iguaçu é feito em fichas escritas manualmente pela GM e não está interligado a nenhum banco de dados do Brasil;
- Por isso, para buscar uma informação específica sobre criminosos ou furtos de veículos, a GM de Foz do Iguaçu precisa pedir auxílio para outras forças que, muitas vezes, não estão disponíveis naquele momento de uma abordagem ou de uma prisão;
- A promessa é de que, com o novo sistema de monitoramento, a Guarda Municipal poderá acompanhar o andamento das ocorrências, desde o chamado até a finalização;
- Outra promessa é ter tudo isto num sistema, no qual se lança um nome, placa de veículo, RG e tem todas as informações na tela do computador;
- Pelo novo sistema, as ocorrências recebidas pelo telefone 153 serão disponibilizadas em tempo real para as forças de segurança pública interligadas com Foz do Iguaçu.
A pergunta é: se esse sistema é tão eficiente e foi criado há três anos, por que demorou tanto para Foz do Iguaçu, uma das cidades do Paraná com o maior registro de furtos e roubos de veículos, para aderi-lo?
