Em um texto para comemorar os 37 anos de operação da hidrelétrica de Itaipu, divulgado nesta quarta-feira (04), o diretor-geral brasileiro da usina, general João Francisco Ferreira, revela que uma de suas missões é reduzir o custo da energia da usina.
Ele também antecipa o que deve ocorrer em 2023, quando o empréstimo para a construção da obra for quitado.
Redução
Assumi o cargo de diretor-geral brasileiro no dia 7 de abril, há menos de um mês, com a exata noção de que esta usina é mais do que um empreendimento do setor elétrico: é sinônimo de progresso, de desenvolvimento e de responsabilidade social, tanto no Brasil como no Paraguai.
E esta responsabilidade social inclui a redução do custo da energia de Itaipu, para que brasileiros e paraguaios paguem menos na conta de luz. O presidente Jair Bolsonaro está empenhado em reduzir o custo da energia elétrica para o assalariado, para o empreendedor, para o empresário e para a população em geral.
Dívida
Em 2023, a dívida dos empréstimos contraídos para construir a usina estará praticamente quitada. Com isso, a tarifa de Itaipu não terá mais entre seus custos o valor desses empréstimos, que correspondem a cerca de 70% do orçamento binacional da usina.
Com a quitação, os recursos que permanecerem serão, portanto, aqueles utilizados para o custeio, o pagamento das obrigações em “royalties” e sem que nenhuma das margens, brasileira e paraguaia, sofra qualquer perda. E os recursos para obras em benefício direto da população regional continuarão preservados.
