Fotos do dia: enquanto os caçadores insistem em dizimar esta espécie, pesquisadores da Itaipu investem tempo, dinheiro e dedicação para salvá-la

Filhote nascido. Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional

No dia 20 de maio, nasceu no Refúgio Biológico Bela Vista, da Itaipu Binacional, uma paca macho (Cuniculus paca), filhote de um casal de moradores da unidade. O animal ainda não tem nome.

Atualmente, são oito exemplares de paca no Refúgio, seis machos e duas fêmeas. O primeiro nascimento foi de uma fêmea, em setembro de 2018.

Considerada o segundo maior roedor do Brasil, perdendo apenas para a capivara, a paca é uma espécie comum em todo o território nacional.

A IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) classificam a paca como estando em condição menos preocupante de conservação.

Porém, no Estado do Paraná, o bicho está em situação de vulnerabilidade, com suas populações em declínio, principalmente em razão da caça ilegal e da perda de habitat.

No Parque Nacional do Iguaçu, por exemplo, há vários relatos de caça ilegal dessa espécie.

Ou seja: enquanto uns matam; outros salvam.

Pensem nisso!

Os pais escolheram como abrigo uma toca feita de manilha forrada com palha – e a mãe está sempre de olho na cria. Fotos: Zalmir Cubas/Itaipu Binacional

 

Com informações da IB

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