Na madrugada desta quarta-feira (7), o Hospital Municipal de Foz do Iguaçu realizou a primeira captação de órgãos do ano, um marco significativo para a instituição e para o Paraná.
A doadora, R. Y., de 59 anos, que faleceu em decorrência de um acidente vascular cerebral, teve seus órgãos captados pela equipe da UOPECAN, composta pelo médico cirurgião Matheus Takahash e o enfermeiro instrumentador Antoninho Pereira, das Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) de Cascavel.
Os órgãos captados foram enviados para beneficiar pacientes em Brasília, Curitiba e Minas Gerais, mostrando o impacto positivo e o alcance nacional deste ato de generosidade.
Doações
A captação dos órgãos só ocorre depois da autorização da família, em um processo que envolve acolhimento e entrevistas feitas por pessoal altamente capacitado para essa ação.
Mesmo que o doador demonstre seu desejo em vida, é a família que dará a autorização para a doação.
No Paraná, a abordagem profissional e humanizada tem se mostrado mais eficaz quando comparada a outros estados, o que garantiu ao estado a menor taxa de recusa familiar do país em 2024: apenas 28%, comparada à média nacional de 46%.
Os dados de 2025 mantêm o Paraná com a menor taxa de recusa, ao lado de Santa Catarina, com 30%.
A média nacional é de 45%.










