Falta de cérebro? Usaram câmera furtada e acabaram como suspeitos de caça ilegal

A câmera é do Projeto Onças do Iguaçu e foi furtada em 2021 no Parque Nacional do Iguaçu

Material apreendido. Foto: divulgação

Uma câmera do Projeto Onças do Iguaçu, furtada em 2021, foi peça-chave para identificar suspeitos de caça clandestina dentro do Parque Nacional do Iguaçu.

Nesta quarta-feira (1º), a Polícia Federal deflagrou a Operação Anhangá, cumprindo mandados de busca e apreensão nas cidades de Céu Azul e Toledo, no Paraná.

A investigação começou após equipes do ICMBio encontrarem um acampamento estruturado e um “saleiro” — técnica usada para atrair animais — em plena área de proteção ambiental.

Durante o monitoramento, agentes localizaram uma armadilha fotográfica instalada ilegalmente. Ao analisar o cartão de memória, veio a surpresa: o equipamento era do Projeto Onças do Iguaçu e havia sido furtado anos atrás.

📸 As imagens revelaram mais do que se esperava: registros recentes mostram os próprios suspeitos manuseando a câmera, o que ajudou diretamente na identificação dos envolvidos. Um deles já tinha histórico de infrações ambientais na região.

Na operação, foram apreendidos:

Os investigados podem responder por diversos crimes, incluindo:
⚖️ dano a unidade de conservação
⚖️ furto ou receptação
⚖️ crimes contra a fauna silvestre
⚖️ associação criminosa

A ação reforça o combate à caça ilegal e a proteção da biodiversidade em uma das áreas mais importantes do país.

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