Falhas na lei do IPTU progressivo em Foz entram na mira da Câmara

Parecer da Procuradoria aponta lacunas na legislação e leva vereadora a cobrar explicações da Prefeitura

Ilustração: divulgação

A aplicação do IPTU progressivo em Foz do Iguaçu voltou ao centro do debate na Câmara Municipal. O motivo é um parecer da Procuradoria-Geral do Município que identificou lacunas na Lei Complementar nº 249/2015, responsável por regulamentar a cobrança para imóveis abandonados, fechados ou subutilizados.

Com base no parecer nº 272/2025, a vereadora Valentina Rocha apresentou o Requerimento nº 247/2026 solicitando esclarecimentos à Prefeitura. Segundo a Procuradoria, a falta de definições legais sobre os imóveis passíveis de enquadramento pode gerar insegurança jurídica e questionamentos sobre a validade da cobrança.

O que a vereadora quer saber:

“Estamos pedindo transparência e informações concretas sobre a aplicação do IPTU progressivo e as medidas necessárias para tornar esse instrumento mais efetivo”, afirmou a vereadora.

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