Exclusivo! Empresário paranaense da liderança do movimento para distribuir vacinas fala com o Não Viu?

A proposta visa agilizar e acelerar a imunização da população

Da esquerda para a direita, Luciano Hang, Carlos Wizard e Emanuel Catori. Foto: Agência BP2

Nesta semana, os empresários Luciano Hang, Carlos Wizard e o paranaense Emanuel Catori viajam a Brasília para conversar com as autoridades do setor de saúde do governo Federal.

O objetivo é obter a permissão para as empresas brasileiras comprarem e doarem vacinas contra a Covid-19, não só para o SUS, mas também para outros setores.

O Não Viu? conversou, de forma remota, com o empresário paranaense Emanuel Catori, do setor farmacêutico, para saber mais detalhes da proposta.

“O que nos levou a tomar essa atitude foi agilizar o processo de vacinação em massa, para que tudo volte à normalidade o mais rápido possível”, argumenta.

Segundo Catori, o movimento liderado por eles, com a participação de vários empresários do Brasil, já tem pronto para envio ao país um lote de 8 milhões de vacinas.

Catori não fala de valores nem sobre o laboratório em questão, mas adianta que as vacinas podem chegar ao Brasil em apenas 30 dias, após a negociação ser autorizada pelo governo Federal.

A intenção, segundo Emanuel, é doar 50% das doses vacinas compradas por eles para o SUS. A doação das outras 50% de doses restantes seria feita a critério de cada empresário que colaborou com a compra.

Atualmente, a legislação determina que 100% das doações de vacinas devem ser repassadas ao SUS.

Ele lembra que, embora o governo Federal esteja fazendo a sua parte, com um excelente plano nacional de imunização, a entrada da força do setor privado pode ajudar muito na velocidade da imunização da população brasileira.

“É uma soma, na qual a nação só tem a ganhar”, enfatiza.

Com a colaboração da Agência BP2

Sair da versão mobile