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Estudo da Polícia Federal em Foz do Iguaçu avança na identificação humana com DNA e impressões digitais

O estudo comprovou que a combinação de análise de impressões digitais com exame genético pode elevar a eficiência de identificação para até 90%.

Por Vinícius Ferreira
30 março, 2026
| 1 min de leitura
Foto: divulgação

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Uma pesquisa desenvolvida nos laboratórios da Polícia Federal em Foz do Iguaçu representa um avanço significativo nas ciências forenses. O estudo, publicado na revista internacional Forensic Science International, destaca uma nova abordagem para identificação humana ao combinar análises papiloscópicas e genéticas.

A pesquisa foi conduzida no âmbito do doutorado de uma papiloscopista da Polícia Federal, lotada na Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu (DPF/FIG), em parceria com o Departamento de Medicina Legal da Universidade de São Paulo (USP). O projeto contou com fomento da Academia Nacional de Polícia (ANP).

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O experimento demonstrou que a técnica papiloscópica aplicada na revelação de impressões digitais — especialmente em superfícies como espelhos — permite preservar vestígios biológicos ao evitar a manipulação direta. Como resultado, aproximadamente 50% das amostras analisadas geraram perfis genéticos utilizáveis para identificação humana.

Além disso, o estudo comprovou que a combinação de análise de impressões digitais com exame genético pode elevar a eficiência de identificação para até 90%. Esse índice supera significativamente os resultados obtidos quando as técnicas são utilizadas de forma isolada.

A pesquisa reforça o papel da integração entre métodos forenses na resolução de investigações criminais, contribuindo para maior precisão e confiabilidade na identificação de indivíduos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Foz

Tags: Últimas Notícias
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