
Ontem (26), Foz do Iguaçu viveu uma situação inusitada.
De um lado, os empresários do município, vendo a avassaladora crise que se aproxima, reivindicaram ao prefeito Chico Brasileiro, através da ACIFI, a reabertura urgente do comércio e dos serviços, interrompidos desde o dia 20 de março, por causa da pandemia do coronavírus.
Do outro lado, o prefeito disse que, sem exames rápidos para coronavírus, a reabertura do comércio é uma atrocidade. “Não podemos abrir o comércio, sem receber os resultados dos mais de cem exames de casos suspeitos”, enfatizou o prefeito
No mesmo dia, um terceiro personagem entrou em cena: o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, general Silva e Luna. Ele anunciou que o Centro de Medicina Tropical (CMT) do Hospital Ministro Costa Cavalcanti, administrado pela usina, está pronto para realizar testes rápidos do coronavírus e obter os resultados em, apenas, 24 horas.
Resumo da história: até ontem, Foz do Iguaçu tinha 131 casos suspeitos da doença, que poderão ser descartados ou confirmados rapidamente pelo CMT, assim que a Itaipu receber do governador Ratinho Júnior autorização para o centro começar a funcionar.
Ou seja: o centro tem condições de dar a resposta rápida que o prefeito necessita para reabrir ou não o comércio.
Agora, essa situação, pelo visto, só depende do governador para ser resolvida rapidamente.
Era isso!