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Em comentário no Não Viu?, renomado pesquisador diz que pesca é uma baixa ameaça ao dourado

Por Vinícius Ferreira
9 janeiro, 2019
| 2 minutos de leitura |
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Ângelo Antonio Agostinho. Foto: Câmara Municipal de Maringá

Um dos mais renomados pesquisadores brasileiros (talvez, o mais renomado) na área de ictiofauna, pesca, limnologia, manejo e conservação de recursos ictiofaunísticos em reservatório e áreas úmidas, Ângelo Antonio Agostinho, postou, no Não Viu?, um comentário sobre a notícia da proibição da pesca do dourado no Paraná, que merece ser destacado.

Em síntese, ele ressalta que a pesca, amadora ou profissional, causa um prejuízo muito pequeno para a espécie, que, por sinal, não está em extinção.

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Ou seja: a Lei que proíbe a pesca do dourado, sancionada pela ex-governadora Cida Borghetti, em dezembro passado, é, praticamente, inócua – pra não dizer demagógica e sem qualquer respaldo científico.

O problema, na verdade, está no fato do dourado ter sido introduzido artificialmente (talvez, criminosamente?) no Rio Iguaçu, acima das Cataratas, onde ele nunca existiu e agora está devorando espécies nativas de pequeno porte.

Vamos ao que diz o pesquisador.

“Sem dúvidas, o objetivo da Lei 19789 é fomentar a pesca esportiva (pesque e solte). Mas isso é travestido de conservação na sua proposição.

É oportuno destacar que a espécie não figura sequer na lista de especies ameaçadas do MMA. Pelo contrário, vem se constituindo em ameaça a varias espécies ameaçadas de extinção quando fora de sua bacia (ver http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/biodiversidade/fauna-brasileira/livro-vermelho/volumeII/Peixes.pdf).

Pela sua característica de espécie migradora e seu papel como espécie de espécie chave na bacia do Rio Paraná, sua conservação é realmente recomendada. Isso, no entanto, se faz sem manipulação das populações. O segredo está na manutenção dos seus habitats e da conectividade entre eles.

Seus maiores inimigos são a incorporação das várzeas ao sistemo produtivo, remoção da mata ciliar e represamentos, A intensidade do impacto da pesca esportiva ou profissional sobre essa e outras espécies é muito baixo, se comparado a essas fontes.

Portanto, se o objetivo fosse conservação, seria muito mais efetivo a imposição de restrições às Hidrelétricas previstas para os principais tributários do trecho livre do rio Paraná. Não são esses os esforços que temos visto dos agentes públicos. Essas hidrelétricas ou PCHs são efetivamente a ameaça que paira sobre a fauna migradora (peixes de maior porte) da bacia”.

 

Tags: Meio Ambiente
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