Choque de gestão? Fundação de Saúde corta R$ 1,2 milhão por mês só de horas extras

O dinheiro será usado para contratar mais enfermeiros e técnicos em enfermagem aprovados em concurso público

Reunião com os funcionários da Fundação Municipal de Saúde. Foto: PMFI

O novo diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde de Foz do Iguaçu, Amon Mendes Franco de Sousa, está promovendo nesta semana uma série de encontros com os profissionais da instituição, que é a responsável pela administração do Hospital Municipal.

No primeiro desses encontros, ele explicou por que está tomando medidas mais austeras, desde que assumiu o cargo, em meados deste mês.

“O hospital está custando, em tempos de pandemia, aproximadamente R$ 20 milhões por mês e quase R$ 240 milhões ao ano, contra um orçamento pré-estabelecido em 2020 de R$ 100 milhões ao ano”, justificou.

Em relação às horas extras, Aron disse que o custo para o hospital estava em torno de R$ 1,2 milhão por mês.

A ideia dele é usar esse dinheiro para contratar mais funcionários, com a finalidade de diminuir o estresse no ambiente de trabalho, o número de afastamentos do serviço e, principalmente, para proporcionar um serviço de melhor qualidade à população.

“Ao invés de demitirmos, estamos contratando enfermeiros e técnicos em enfermagem do concurso público que estava pendente”, disse.

Na sexta-feira (27), a fundação publicou, no Diário Oficial do Município, a convocação de 70 candidatos aprovados no Concurso Público Nº 001/2020, entre enfermeiros e técnicos em enfermagem.

Com informações da PMFI

 

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