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Argentina retoma projeto hidrelétrico financiado pela China

Depois dos sucessivos adiamentos, o novo cronograma aponta que a usina poderá entrar em operação apenas por volta de 2030

Por Vinícius Ferreira
5 março, 2026
| 3 minutos de leitura |
Ministro da Economia, Luis Caputo. Foto: divulgação

Ministro da Economia, Luis Caputo. Foto: divulgação

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O governo da Argentina confirmou a retomada de um dos maiores projetos hidrelétricos do país financiados pela China. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo ministro da Economia, Luis Caputo, que confirmou a reativação inicial da construção da barragem Jorge Cepernic, na província de Santa Cruz.

A obra faz parte do complexo hidrelétrico das barragens de Santa Cruz, considerado estratégico para ampliar a geração de energia renovável e fortalecer a matriz energética argentina.

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Barragem poderá gerar 1.860 GWh por ano

Segundo Caputo, a retomada das obras permitirá regularizar pendências contratuais que haviam provocado a paralisação do projeto nos últimos anos.

“Concordamos em retomar a construção das barragens de Santa Cruz, que estavam suspensas devido a descumprimentos contratuais. Com essa decisão, regularizamos as condições para reiniciar a construção da barragem Cepernic, que poderá ser concluída em 2030 e contribuir com 1.860 GWh para o Sistema Interligado Argentino, fortalecendo a matriz energética nacional”, afirmou o ministro em publicação na rede social X.

China libera US$ 150 milhões para reativar obras

As obras estavam totalmente paralisadas desde dezembro de 2023. Nos últimos dias, porém, foi confirmada a liberação de US$ 150 milhões de um financiamento internacional concedido por instituições financeiras chinesas, o que permitiu avançar na retomada do projeto.

O financiamento é liderado por um consórcio formado por:

  • China Development Bank Corporation

  • Industrial and Commercial Bank of China (ICBC)

  • Bank of China

Segundo o governo argentino, US$ 136 milhões já foram transferidos ao país, enquanto o restante será destinado à compra de equipamentos e maquinário a serem importados da China.

Projeto envolve empresas da China e da Argentina

A construção das barragens é executada por uma joint venture composta por:

  • 54% da empresa chinesa Gezhouba

  • 36% da Eling Energía (antiga Electroingeniería)

  • 10% da Hidrocuyo, sediada em Mendoza

O governo da província de Santa Cruz destacou que a retomada do projeto terá impacto econômico importante, especialmente na geração de empregos e no reforço da infraestrutura energética do país.

Obras já estão parcialmente concluídas

Atualmente, a barragem Jorge Cepernic está cerca de 42% concluída. Já a central hidrelétrica Cóndor Cliff, renomeada Néstor Kirchner, tem aproximadamente 20% das obras finalizadas.

Esta segunda usina encontra-se paralisada desde 2018, após problemas geológicos relacionados a deslizamentos de terra na região.

Projeto enfrentou atrasos ambientais e financeiros

O megaprojeto hidrelétrico acumulou diversos atrasos ao longo da última década, provocados por:

  • questionamentos ambientais

  • dificuldades financeiras

  • mudanças políticas

  • impactos da pandemia

Inicialmente, a previsão era que a barragem Cepernic começasse a gerar energia em 2020. Com os sucessivos adiamentos, o novo cronograma aponta que a usina poderá entrar em operação apenas por volta de 2030.

Com informações do Misiones Online

Tags: Tríplice Fronteira
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