O Paraná realizou uma força-tarefa inspirada em métodos de perícia “à moda CSI” e coletou 3.475 amostras de DNA em unidades penais de todo o Estado — acima das 2,4 mil previstas.
A ação, feita de forma simultânea nas nove regionais, amplia o banco genético nacional e ajuda na identificação de criminosos, solução de casos e cruzamento de vestígios, inclusive de crimes antigos.
Coordenada pela Polícia Penal e pela Polícia Científica, a operação padronizou os procedimentos para garantir qualidade e rastreabilidade das amostras. Os dados agora serão inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos, permitindo comparações automáticas com evidências coletadas em cenas de crime.
Além disso, o Estado investiu na capacitação de policiais penais, que passam a realizar a coleta de DNA de forma contínua na entrada de novos detentos — medida que deve fortalecer a segurança pública e agilizar investigações.
A iniciativa integra um esforço conjunto entre estados do Sul e Mato Grosso do Sul para ampliar o uso da genética forense no sistema prisional.
