A cara de Foz, na cara da prefeitura!

Sobre buracos, valas, transporte coletivo e falta de informação em uma cidade que recebe gente do mundo todo

No caso da foto em destaque, a “cara de Foz” está na “cara” de quem administra a cidade, já que aos fundos temos o prédio da Prefeitura Municipal. Foto: Não Viu?

Circular por ruas esburacadas em todos os cantos da cidade, inclusive no centro, não é novidade para quem mora e dirige em Foz do Iguaçu. Agora, se você sente a “força” de um asfalto mal feito, transitando dentro de um carro de passeio, imagine o que sente quem utiliza o transporte coletivo.

No caso da foto em destaque, a “cara de Foz” está na “cara” de quem administra a cidade, já que aos fundos temos o prédio da Prefeitura Municipal.

Essa “vala” bem na altura do ponto de ônibus que fica em frente à Igreja Matriz, na avenida Jorge Schimmelpfeng, é a demonstração clara da falta de respeito com a cidade, com os moradores e com os visitantes, que também sofrem. Sem contar o perigo que a “onda” na pista, representa.

É só passar meia hora nesse ponto para conversar com turistas da Alemanha, Argentina e de outros países, que felizmente contam com o apoio dos usuários do transporte coletivo para saber que por ali passam ônibus que seguem para o Aeroporto, para as Cataratas, para a Argentina e também para o Paraguai.

É assim que Foz recebe quem vem “turistar” por aqui e escolhe como meio de locomoção o transporte coletivo. Resta ao visitante contar com a boa vontade dos usuários do sistema de transporte.

Ah… se o usuário não tiver o cartão do transporte, vai ter de gastar mais para se deslocar. E turista não tem cartão, certo?

É que a maioria dos ônibus parte dos bairros, por exemplo, e tem como ponto final ou inicial, o TTU. Ali é feita a integração, apenas para quem tem cartão, e em um tempo específico. Fora isso, como o espaço é aberto, quem não tem o cartão do transporte ou ultrapassa o horário delimitado, vai ter de pagar novamente para embarcar em outra linha. Mesmo que seja para circular pelo centro.

Diante desse “quadro da dor”, as perguntas que ficam são:

Fica a reflexão.

Sair da versão mobile