Nomeados pela Presidência, os integrantes da CPI do Transporte Coletivo voltaram a conversar nesta semana, aguardando deliberações para iniciar os trabalhos. Informalmente, Admilson Galhardo (Presidente), Marcio Rosa (relator) e Protetora Carol (membro) dialogaram sobre a organização e estratégias para a futura investigação das denúncias de possíveis irregularidades no processo que culminou na assinatura do atual contrato do serviço.
O efetivo início das atividades depende de alteração no Regimento Interno, o que está em tramitação na Câmara, por meio de um projeto do presidente João Morales (União Brasil). Pelas regras atuais, uma vez criada e instaurada, com a nomeação dos integrantes, uma CPI precisa ser instituída, ou seja, por meio de portaria a Presidência autoriza o início dos trabalhos.
Ocorre que o atual Regimento Interno prevê que só podem funcionar cinco comissões ao mesmo tempo, sejam elas comissões especiais ou CPIs. Desta forma, uma CPI ou uma Comissão Especial, vai para uma fila geral de espera. Havendo cinco em funcionamento, só quando encerra uma, podem ser iniciados os trabalhos da comissão seguinte. No momento, a Câmara tem cinco em andamento e cinco na fila de espera, incluindo a CPI do Transporte, criada na semana passada.
Por sua vez, o prefeito Chico Brasileiro disse ao jornal GDia, segundo a edição desta sexta-feira (22), que abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) pela Câmara dos Vereadores é o papel do Legislativo e não será a primeira e nem a última a tratar das questões dos Executivos nas Assembleias Legislativas ou Câmaras Municipais. “Eles (os vereadores) vão trabalhar e levantar tudo. O sistema é transparente, o cidadão sabe de onde o ônibus chega, de onde o ônibus sai, quanto os ônibus custam”, disse.









