Ao completar os primeiros seis meses como presidente da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu, o vereador João Morales (União) subiu o tom contra o prefeito Chico Brasileiro. É a primeira vez que o prefeito encontra uma situação, desde quando assumiu o comando do Executivo.
Vale ressaltar que antes da eleição de Morales, o prefeito fazia o que bem entendia com a Câmara de Vereadores, graças ao “toma lá, dá cá” com a bancada “Amém, Chico!” que o sustentava no Legislativo local, porém, agora, enfim, parece (repito, parece) que existe uma oposição.
“É papel do vereador ser o agente político que abre portas, que escuta com atenção, que antecipa problemas e apresenta propostas. O diálogo é fundamental para construção do consenso. É com esta força que temos trabalhado. O Legislativo não é um puxadinho da prefeitura”, avisou.
O estopim da discórdia foi o aumento abusivo, de 100 % da taxa do estacionamento regulamentado, o Estarfi, determinado por Chico Brasil, sem consultar a população e, muito menos, empresários e comerciantes, os principais atingidos pela medida.









