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Se parasse de produzir hoje, Itaipu já estaria honrando o contrato de 2017

Por Vinícius Ferreira
20 outubro, 2017
| 3 minutos de leitura |
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Foto: Rubens Fraulini

A usina de Itaipu é um caso raro de ser melhor que o planejado. Tanto que, por contrato com o setor elétrico, tem que garantir a produção de 75 milhões de megawatts-hora (MWh), mas desde 1998 produz acima disso.

Este ano, o valor de contrato foi atingido na quinta-feira, dia 19, 72 dias antes de acabar 2017.

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Em média, foram sempre 20% a mais, nesses 19 anos. Sem contar anos de recorde, em que chegou e superou os 30%. Em 2016, foi o suprassumo da produção, com 103 milhões de MWh.

A capacidade instalada de Itaipu é de 14.000 megawatts (MW), a segunda maior do mundo. Mas Itaipu é a única hidrelétrica do planeta a superar a produção anual de 100 milhões de megawatts-hora (MWh), com o recorde de 103.098.355 MWh, em 2016.

A melhor marca mundial, antes dessa, foi da usina chinesa de Três Gargantas, cuja capacidade instalada, de 22.400 MW, é 60% maior que a de Itaipu. Em 2014, seu recorde foi de 98,8 milhões de MWh.

A produção de Itaipu em 2016 atendeu 76% da energia elétrica consumida no Paraguai e 16,8% de todo o consumo de eletricidade do Brasil.

Se a energia de Itaipu pudesse ser armazenada e direcionada a apenas um dos dois países, seria suficiente para atender o Brasil por dois meses e 18 dias e o Paraguai por sete anos e três meses.

Os 20 países da América Latina inteira (que inclui o México, na América do Norte) teriam, com a produção de Itaipu de 2016, eletricidade suficiente para um período de 35 dias.

Ano a ano

Itaipu começou a gerar energia em maio de 1984. Naquele primeiro ano, com duas unidades instaladas, fechou com a produção de 277 MWh. A geração foi crescendo progressivamente, à medida que novas unidades passavam a operar.

Em 1992, já com as 18 unidades de seu projeto inicial em operação, Itaipu gerou 52.268 MWh. E, assim, Itaipu foi quebrando sucessivamente seus recordes anuais, até atingir, em 1999, 90.001.654 de MWh. A partir de 2006, quando entrou em operação a primeira das duas últimas unidades geradoras (a última foi no ano seguinte), foram dez anos com produção acima dos 90 milhões de MWh anuais e apenas três em que o total ficou abaixo, em 2010, 2014 e 2015, mas ainda assim, bem acima dos 75 milhões de MWh.

Foi nesses dois últimos anos de queda que a produção de Itaipu foi superada pela de Três Gargantas. Mas a recuperação veio logo no ano seguinte, em 2016, com uma nova marca histórica para Itaipu – 103.098.355 MWh – e um novo recorde mundial.

Renovação

A instalação das duas últimas unidades geradoras, em meados da década de 2000, encerrou o projeto de Itaipu, conforme estabelecido no Tratado assinado em 1974 entre o Brasil e o Paraguai, para aproveitamento hidráulico do Rio Paraná no trecho que divide os dois países. A produção de Itaipu em 2016, com o novo recorde mundial, mostrou que a usina está no auge da produção e da produtividade. Agora, a usina inicia um processo de modernização e atualização tecnológica de equipamentos e sistemas que operam desde 1984.

À época, era o que havia de mais moderno, mas, além de alguns equipamentos estarem chegando ao fim da vida útil, as unidades precisam ser adaptadas à tecnologia digital, o que já acontece parcialmente. A modernização dos equipamentos, com a troca de sistemas analógicos por digitais, será feita em torno dos dez anos. O investimento previsto durante este período é de U$ 500 milhões.

Segundo o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Leone Vianna, “o objetivo final é garantir que os equipamentos da usina mantenham sua confiabilidade e seja assegurado o alto desempenho da hidrelétrica também nas próximas décadas”. E conclui: “Quanto mais energia produzida por Itaipu, menos o Brasil precisa recorrer ao uso de termoelétricas”.

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