Não VIU?

Publicidade

Raj
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • Cataratas e Itaipu
  • Tríplice Fronteira
  • Crônicas
  • Não tem como não postar
  • É bom Saber
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • Cataratas e Itaipu
  • Tríplice Fronteira
  • Crônicas
  • Não tem como não postar
  • É bom Saber

Publicidade

Raj
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Não VIU?
Raj
Sem Resultados
Ver todos os resultados

Parque das Aves dá uma aula aos vereadores que vetaram uso do “gênero” em escolas

Por Vinícius Ferreira
10 maio, 2018
| 3 minutos de leitura |
CompartilharTwitterMandar pro ZapEnvie no TelegramLinkedin

Olha só de onde vem uma paulada feia nos vereadores de Foz do Iguaçu: ali do Parque das Aves, um atrativo turístico e, mais do que isso, um centro internacionalmente reconhecido de recuperação e conservação de aves.

Sobre a lei aprovada pela Câmara recentemente, que proíbe o ensino “de gênero” nas escolas municipais, o Parque das Aves considera que não tem “embasamento técnico”, utiliza erroneamente os termos e está “fora de normas sociais no âmbito mundial”, além de promover ódio. Por isso, “não pode passar sem repúdio público”.

Notícias Relacionadas

Golpe usa número da Polícia Civil de Foz do Iguaçu para enganar vítimas

Paraná abre consulta ao mercado para transformar Centro de Convenções de Foz do Iguaçu em novo polo de investimentos

Dança das cadeiras: três diretores e um assessor são exonerados por Silva e Luna

Quer entender a bronca completa? Leia então o texto divulgado pelo Parque das Aves. Leia e ensine ao seu vereador predileto.

O Parque das Aves gostaria de expressar a sua solidariedade com pessoas que possam se sentir marginalizadas ou excluídas pela nova Emenda a Lei Orgânica Municipal No 47, que veda o uso do termo “gênero” ou “orientação sexual” em todas as dependências das instituições da rede municipal de ensino, seja no âmbito formal ou informal.

O Parque das Aves condena e repudia esta Emenda à Lei.

Gostaríamos de ressaltar o nosso desapontamento com o fato de que a deliberação do projeto não constava na pauta da sessão, tirando a possibilidade de participação da sociedade civil na discussão.

Para debater o direito de mulheres a ganhar salários equivalentes a homens em funções equivalentes é necessário o uso do termo “gênero”.

Para entender que mulheres têm o direito de trabalhar, de votar ou de dirigir, também é necessário o uso do termo “gênero”.

Este termo é objetivamente distinto do termo “sexo” por se referir especificamente a construções culturais ao redor de sexo, por exemplo à questão de direitos básicos (como o direito de dirigir um carro ou votar), muitas vezes já estabelecidos dentro da lei e dentro da constituição.

Como o Parque das Aves é uma empresa que, dos quatro diretores, três são mulheres, e que foi fundada por uma mulher, sentimos a obrigação de nos manifestar, e somos gratos pelas discussões históricas que permitiram que mulheres ganhassem todos esses direitos.

Achamos contraditório que duas vereadoras do sexo feminino, que também tenham ganhado o direito de participar na esfera pública e política como consequência de discussões sobre gênero, tenham votado em prol da lei.

Para esclarecer dúvidas sobre o que é homossexualidade, que ocorre, por exemplo, em 450 espécies cientificamente observadas, inclusive a espécie homo sapiens sapiens, é necessário o uso do termo “orientação sexual”.

Em cima disso, ressaltamos que a proibição dos termos “gênero” e “orientação sexual”, além de privar jovens de simples informações, causa um sentimento de marginalização e exclusão, e promove a intolerância.

Estes termos são, agora, os únicos termos, dados ou fatos excluídos especificamente dentro das dependências da rede pública de ensino.

Como instituição principalmente brasileira, mas com atuação internacional, gostaríamos de ressaltar que leis que excluam mera menção, discussão ou ensino destes termos não são consideradas normais dentro do âmbito de países civilizados e que cultivam inclusão, educação e discussão saudável dos assuntos do dia dentro da esfera pública.

Entre as poucas exceções que existem no âmbito mundial, porém não tão radicais como esta nova lei de Foz do Iguaçu, estão a Rússia, sob Vladimir Putin, e Uganda. Rússia e Uganda que, enquanto proibindo discussões sobre homossexualidade, não proíbem discussões de “gênero”.

Consideramos ambos os termos indispensáveis dentro da esfera pública, inclusive dentro do ensino.

Nossos jovens precisam participar dessas discussões básicas dentro da esfera pública, além de apreciar diversidade, além de se sentirem inclusos na sociedade civil por serem diferentes, além de ter o direito de aprender fatos de biologia.

Assinam:
Anna Croukamp (fundadora)
Carmel Croukamp (CEO) 
Jurema Fernandes (diretora administrativa) 
Paloma Bosso (diretora técnica),
Oli Davies (CFO/diretor financeiro)

Tags: Geral
CompartilharTweetarEnviarCompartilharCompartilhar

Relacionados +Conteúdos

Notícia

Fotos do dia 2: desabamento de mercado

10 janeiro, 2019
976
Notícia

PTI começa o ano com três grandes obras em andamento. Veja quais são

3 janeiro, 2019
139
Notícia

Prefeito Chico Brasileiro reajusta os preços dos sepultamentos. São de “cortar a alma”

26 dezembro, 2018
118
Deixar comentário

Notícias recomendadas

  • Notícia
Foto: José Fernando Ogura/ANPr

Laudo sobre acidente no Macuco Safari deve ser concluído em até 10 dias, informam PCPR e Polícia Científica

31 julho, 2026
1
Foto ilustrativa: internet

Golpe usa número da Polícia Civil de Foz do Iguaçu para enganar vítimas

5 agosto, 2026
1
Centro de Convenções de Foz do Iguaçu. Foto: Christian Rizzi

Paraná abre consulta ao mercado para transformar Centro de Convenções de Foz do Iguaçu em novo polo de investimentos

5 agosto, 2026
1
Foto ilustrativa: Pixabay

Chuva volta no sábado, mas sem previsão de frio em Foz do Iguaçu

31 julho, 2026
1
Centro de Convenções de Foz do Iguaçu. Foto: divulgação

Acabou a mamata do cabide de empregos do Centro de Convenções de Foz

31 julho, 2026
1

Notícias Populares

  • Foto: divulgação

    Que lambança! Paraguai condena fala de Lula e cobra devolução de troféus da Guerra da Tríplice Aliança

    0 compartilhados
    Compartilhar 0 Tweetar 0
  • Foz do Iguaçu autoriza corte de árvore prejudicial para abelhas e beija-flores

    0 compartilhados
    Compartilhar 0 Tweetar 0
  • Anvisa determina apreensão de lote falsificado do suplemento Omegafor Plus; veja qual é o lote

    0 compartilhados
    Compartilhar 0 Tweetar 0
  • Anvisa autoriza 5 novas “canetas emagrecedoras”; saiba quais foram aprovadas

    0 compartilhados
    Compartilhar 0 Tweetar 0
  • Foz do Iguaçu terá semana de chuva e risco de temporais, mas sem previsão de onda de frio

    0 compartilhados
    Compartilhar 0 Tweetar 0
Não viu?

© 2023 Não Viu - Projetado por H7web Projetos Especiais

Fale Conosco via: E-mail - naoviu.com.br@gmail.com ou Whatsapp - (45) 99963-1755

  • Aviso Legal
  • Não Viu, um olhar sobre tudo
  • Newsletter
  • Política de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Quem somos

Redes Sociais

Bem vindo de volta!

Entrar

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar

Adicionar Nova Lista de reprodução

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Tríplice Fronteira
  • Foz do Iguaçu
  • Na Terra das Cataratas e da Itaipu
  • É bom saber!
  • Crônica

© 2023 Não Viu - Projetado por H7web Projetos Especiais