Um dos materiais que estão em falta é a pedra brita. Necessária inclusive para a produção do concreto, o produto vem sendo muito procurado devido à movimentação do setor da construção civil, que está registrando, já há alguns meses, um aumento no número de obras na cidade.
São obras públicas e privadas que aquecem o setor como um todo.
Interditada por ordem judicial desde outubro de 2019, a Pedreira Britafoz paralisou a extração de pedras. Com a medida, cerca de 34 mil toneladas de pedras deixaram de ser extraídas por mês e isso vem refletindo no fornecimento do produto.
De acordo com a direção da empresa, a produção da Pedreira Britafoz atendia, aproximadamente, 60% do consumo mensal do mercado de Foz do Iguaçu. O restante é abastecido por outra pedreira instalada na cidade e por uma empresa do mesmo setor, em Santa Terezinha de Itaipu, vizinha a Foz.
Com a diminuição da oferta, e com a movimentação do mercado, o preço da pedra brita já aumentou cerca de 40% na região, segundo Adriana Colombelli, diretora da pedreira.
Em outubro de 2019, por determinação da 1ª Vara da Justiça Federal de Foz, as atividades de extração de basalto foram paralisadas na Pedreira Britafoz.
No dia 27 de novembro do ano passado, a equipe jurídica da pedreira apresentou um novo pedido à justiça, para que fosse liberado o uso do material já extraído. O pedido foi atendido.
Para voltar a extração, a empresa protocolou um recurso no STJ, em Brasília, em 4 de dezembro do ano passado. O processo corre até hoje e os prejuízos, por enquanto, giram em torno de R$ 500.000,00 por mês.
Com informações da assessoria e do blog Cris Loose#Compartilha.









