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Entenda o calote que pode ter sido aplicado em investidores de criptomoeda no Paraná

Grupo simulou, inclusive, um ataque cibernético para não pagar os investidores, ainda segundo a JF

Por Vinícius Ferreira
5 julho, 2021
| 2 minutos de leitura |
Foto ilustrativa: Pixabay

Foto ilustrativa: Pixabay

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A Polícia Federal (PF) cumpriu nesta segunda-feira (05), cinco mandados de prisão e 22 mandados de busca e apreensão para combater fraudes contra a economia popular, o sistema financeiro e a lavagem de dinheiro. A Operação foi deflagrada por ordem do juízo da 23ª Vara Federal de Curitiba e aconteceu em Curitiba e Região Metropolitana.

O alvo das investigações é um grupo responsável pelo controle de três corretoras de criptomoedas e, com pesado investimento em estratégias de marketing, passaram a atrair diversos clientes para que investissem recursos pessoais nas plataformas do grupo empresarial.

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Segundo a PF, por cerca de dois anos, as atividades foram conduzidas com aparência de legalidade até que, em meados de 2019, da maneira súbita, o grupo noticiou que havia sido vítima de um ataque cibernético e, por isso, bloqueou todos os saques de valores das plataformas das corretoras. Foi instaurada uma apuração criminal sobre o suposto ataque dos hackers, solicitada pelo próprio grupo empresarial junto à Polícia Civil.

Retardamento das investigações
Contudo, os administradores deste grupo retardavam o andamento das investigações, recusando o fornecimento de informações e documentos para o desfecho da apuração, ao passo em que prometiam aos clientes lesados o ressarcimento, de maneira parcelada, da integralidade dos valores depositados. Entretanto, os débitos pendentes não foram quitados sob a justificativa de acordos extrajudiciais oficializados e pela alegação do andamento da investigação para a apuração do ataque cibernético.

A investigação da PF apurou que o líder investigado se utilizou da nova e complexa realidade das negociações virtuais com criptomoedas para ludibriar o administrador judicial e o próprio Juízo Falimentar, apresentando como garantia uma carteira com bitcoins que nunca foram de sua propriedade.

Segundo estimativa feita pelo administrador judicial do processo de recuperação judicial, o valor devido pelo grupo econômico totaliza cerca de R$1,5 bilhão o que diz respeito a mais de sete mil credores.

As ordens judiciais autorizadas pela 23ª Vara Federal cumpridas, visam não apenas a cessação das atividades criminosas, mas também a elucidação da participação de todos os investigados nos crimes sob apuração, bem como o rastreamento patrimonial para viabilizar, ainda que parcialmente, a reparação dos danos gerados às vítimas.

Com informações da Justiça Federal e da Polícia Federal

Tags: É bom saber!Últimas Notícias
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