A nova concessão das rodovias que cortam o Paraná será baseada em torno da menor tarifa oferecida ao usuário, sem limite de desconto na disputa na Bolsa de Valores, arrumando a modelagem de acordo com o anseio da população.
A alteração na proposta original foi anunciada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (21), no Palácio Iguaçu, em Curitiba.
O formato está alinhado ao documento proposto e encaminhado pelo G7, grupo das principais entidades do setor produtivo paranaense. Entre os pontos mais relevantes estão licitação da concessão pela menor tarifa, sem limite de desconto, além da garantia de execução das obras por meio de um depósito caução e adequação no degrau tarifário das pistas duplicadas.
As promessas, acredite se quiser, são as seguintes:
- investimentos de R$ 42 bilhões;
- duplicação de 1.783 quilômetros (90% até o sétimo ano do acordo);
- construção de 10 contornos urbanos;
- construção de 253 quilômetros de faixa adicional nas rodovias já duplicadas;
- construção de 104 quilômetros de terceira faixa para apoio ao trânsito;
- sinal de wi-fi em todos os trechos de estradas,
- câmeras de monitoramento;
- e iluminação em LED.
As novas concessões têm validade de 30 anos.
Agora, leitoras e leitores do Não Viu?, só resta torcer para que essa nova concessão não seja uma “arapuca” igual a que o ex-governador Jaime Lerner criou e que se transformou na tarifa de pedágio mais cara do Brasil, sem a concretização das obras prometidas.









