
No mesmo dia em que recebeu o benefício da prisão domiciliar, Valacir de Alencar, de 38 anos, apontado como líder da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), rompeu a tornozeleira eletrônica e desapareceu, não dando mais notícias.
Ele recebeu o benefício por estar no grupo de risco da pandemia do coronavírus, já que a defesa alegou que ele tem hipertensão. A informação foi confirmada pela reportagem junto ao Departamento Penitenciário do Paraná (Depen/PR).
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