
O governo do Paraná informa nesta segunda-feira (02) que a região Oeste do estado abriu 9.172 vagas de empregos, de janeiro a outubro deste ano, de acordo com levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia.
O número representa 13,71% do total de 66.901 vagas criadas no Paraná em 2019, consolidando a área como a terceira no ranking da empregabilidade no Estado, atrás apenas de regiões mais populosas como a Metropolitana de Curitiba (32.183) e o Norte (14.026).
Cascavel, com saldo de 3.375 contratações, Toledo (+1.309) e Foz do Iguaçu (+983) foram os municípios que mais se destacaram no Oeste.
Ou seja, devido à falta de uma administração focada na geração de empregos, Foz, novamente, passou vexame, se comparada com Cascavel e Toledo.
A pedido do Não Viu?, o professor Carlos Kossar, especialista em estatística, fez uma radiografia da economia de Foz e chegou à triste constatação que esse pífio desempenho é consequência do modelo de desenvolvimento econômico adotado for Foz.
Vamos aos números e às considerações de Kossar, com base em dados do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social).
As cidades de Cascavel e Foz do Iguaçu, ambas situadas na região Oeste do estado do Paraná, têm a mesma origem étnica na formação de suas populações.
O número de habitantes se equiparavam no inicio da década, mas, nos últimos dez anos, Foz do Iguaçu estagnou seu crescimento populacional, ao contrário do que ocorreu com a vizinha Cascavel.









