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Paraná teve mais de quatro mil acidentes com aranha-marrom. Veja o que você precisa saber para evitar isso

Por Vinícius Ferreira
14 fevereiro, 2019
| 2 minutos de leitura |
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Aranha Marrom – Foto: Venilton Kuchler/Arquivo SESA

O Paraná registrou 4.098 acidentes com aranha-marrom em 2018, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, o que representa uma diminuição em relação a 2017, quando houve 4.198 ocorrências no Estado.

A maior incidência ocorre em Curitiba e municípios da Região Metropolitana, que concentram aproximadamente 50% dos casos a cada ano, de acordo com levantamentos anuais feitos desde 2015.

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Do início do ano até agora, já foram registrados 203 casos. Os períodos de calor propiciam uma maior frequência de picadas, pois as altas temperaturas aumentam o metabolismo destes animais, que se movimentam mais em busca de alimento e de um parceiro para reprodução.

“Essa movimentação aumenta também o encontro entre homem e animal, e com isso acontecem mais acidentes no período do verão, não só com aranhas, mas também com serpentes, escorpiões e lagartas”, afirma Emanuel Marques da Silva, biólogo da Divisão de Zoonoses e Intoxicações e coordenador do Programa Estadual de Vigilância de Acidentes por Animais Peçonhentos e Venenosos.

As aranhas-marrons procuram abrigo em locais secos, quentes e escuros, pois não suportam claridade. À noite, sai para caçar, em busca de alimento e da água que ele contém.

CUIDADOS – O controle químico (com inseticidas) não é recomendado na eliminação de animais peçonhentos, até para não intoxicar seres humanos e outras espécies.

O mais apropriado é fazer o manejo ambiental, com práticas simples que devem ser adotadas dentro das residências. “É preciso eliminar os quatro ‘As’ que garantem a sobrevivência desses animais: abrigo, acesso ao abrigo, alimento e água. Quando eliminamos qualquer um desses quatro ‘As’, estamos alterando o ambiente natural dele”, afirma o biólogo.

O acesso a abrigos da aranha-marrom pode ser as frestas de casas em paredes, rodapés, caixilhos de portas, que devem ser fechados com massa corrida ou outro material apropriado. “Isso vai diminuir a presença destes animais, pois não terão onde se esconder, e assim podem ser abatidos mais facilmente. Diminuindo a população, eles se reproduzem menos e infestam em menor quantidade as residências”, afirma Emanuel.

 

SORO – Em caso de picada da aranha, a orientação é lavar o local do ferimento com água e sabão para mantê-lo limpo; não cobrir a ferida e nem fazer qualquer outro procedimento. Uma Unidade de Saúde deve ser procurada o mais rápido possível. Quanto antes for feito o diagnóstico, melhor vai ser a evolução do quadro, com a medicação adequada.

Em situações mais graves, a vítima poderá ser encaminhada para um hospital. Caso seja necessário, no paciente será feita uma soroterapia, mas este tratamento não ocorre com muita frequência. “Menos de 5% dos casos necessitam do uso do soro antiaracnídico ou soro antiloxoscélico, e somente um médico vai poder avaliar a necessidade”, afirma Emanuel da Silva. Apenas a rede SUS tem o soro disponível, que não é encontrado em hospitais particulares e não é comercializado.

Se for possível, o paciente deve levar a aranha capturada em um recipiente, esteja ela viva ou morta, para ajudar o médico na identificação do animal (isso vale também para ocorrências com escorpiões, lagartas ou outras espécies peçonhentas). Caso esteja morta, é preciso colocar um pouco de álcool no recipiente para preservar o animal, que se deteriora muito facilmente.

Tags: Saúde
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